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Santos Dumont liberado para pousos e decolagens após incidente

ResumoO Santos Dumont, aeroporto no Rio de Janeiro, foi liberado pela Infraero para pousos e decolagens às 23h de quinta-feira (27). A liberação ocorreu após a retirada de um jatinho que atingiu o gramado durante o pouso. Nenhum ferido foi registrado. Quinze voos foram transferidos para outros aeroportos durante a interdição temporária da pista.

A Infraero liberou a pista do Santos Dumont às 23h desta quinta-feira (27), após a retirada de um jatinho que atingiu o gramado durante o pouso. Ninguém ficou ferido. 15 voos foram transferidos.

por Edivar Sampaio Quinteiro · Analista de SEO e conteúdo orgânico · · 2 min de leitura
Santos Dumont liberado para pousos e decolagens após incidente

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que a pista do Aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio de Janeiro, foi liberada às 23h dessa quinta-feira (27). A liberação ocorreu após a retirada de um jatinho Embraer Phenom, prefixo PSVEE - E50P, que atingiu o gramado lateral durante o procedimento de pouso, às 16h10.

Na aeronave estavam o piloto e um tripulante. Nenhum dos dois ficou ferido. A aeronave tem capacidade para cinco passageiros. O Plano de Emergência do aeroporto foi acionado imediatamente. Equipes do Corpo de Bombeiros deram suporte, e técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estiveram no aeroporto para iniciar as investigações sobre a causa da saída da pista.

Durante a suspensão das operações de pousos e decolagens, 15 voos foram transferidos para o Aeroporto Internacional. A Infraero não detalhou quando as operações voltaram ao fluxo normal após a liberação, nem a previsão de conclusão das investigações do Cenipa.

O incidente ocorreu em um aeroporto que opera com alta densidade de tráfego aéreo, o que torna cada interrupção relevante para passageiros e companhias. A transferência de voos para o Aeroporto Internacional é uma medida padrão em casos de interdição temporária de pista, mas não elimina atrasos em cadeia.

Especialistas em segurança aeroportuária costumam destacar que a retirada segura da aeronave e a liberação da pista são prioridade, antes mesmo da conclusão das análises técnicas. O Cenipa, ao abrir investigação, busca identificar fatores que contribuíram para a saída da pista, o que pode levar semanas ou meses.

Para passageiros que vivenciaram o transtorno, a recomendação é acompanhar os canais oficiais da Infraero e das companhias aéreas para reacomodação e reembolso. Em casos de cancelamento ou atraso, a Anac prevê assistência material e de comunicação, conforme a duração da espera.

O episódio reforça a importância de planos de emergência bem executados. A resposta rápida das equipes evitou danos maiores, e a liberação da pista em menos de sete horas após o incidente mostra eficiência operacional.

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